E o que sua empresa
ganha com isso?

Investir no desenvolvimento da sua marca através de experiências é vislumbrar a expansão dos seus negócios. Quando a consciência da sua marca aumenta, o crescimento acontece, não apenas no âmbito econômico, mas também em sua relevância mercadológica e social.

Branding é aumentar a competitividade, criar relevância, lembrança e, principalmente, novas experiências.

Experiência para sua marca

Experiência, para quem já está no mercado, significa ser referência, ser memorável, reconhecida e, consequentemente, expandir seus negócios. Para quem está no início da jornada, gerar experiência de marca é definir como ela fará parte da vida das pessoas, como ela será percebida, vista e sentida. Por isso oportunizamos o acesso à gestão estratégica para perfis diferentes de negócios, como por exemplo:

A sua empresa é consolidada e quer expandir

Podemos aplicar a gestão de marca para gerar mais crescimento, ações de endomarketing para engajar o público interno ou, se diagnosticada a necessidade, reposicioná-la no mercado. Se a sua marca busca inovação/atualização para falar com o novo perfil do consumidor, iremos auxiliar com estratégias de marketing digital e criação de conteúdos para engajar a audiência.

A sua empresa começou há pouco tempo e quer crescer

Se a sua marca está começando no mercado ou você tem uma ideia e deseja colocá-la em prática, trabalharemos seu posicionamento desde o início atuando como uma consultoria para seu negócio se tornar rentável. Tudo isso alinhado com sua capacidade de investimento e prioridades, visualizando o desenvolvimento da marca em curto, médio e longo prazo.

Serviços

Criação de campanha

A criatividade pode ter uma definição mais extensa, pois muitos alimentam a ideia de que ela depende de um dom e outros acreditam que ela deva seguir uma lógica assídua. Existem, no entanto, diversos meios para se chegar às ideias, sendo que a criatividade e o seu resultado, a criação, devem se complementar no processo.​
​O processo criativo é um tema que já foi e ainda é muito discutido entre profissionais dos segmentos de negócios que têm como principal diferencial a criatividade. Empresas de comunicação, design, arquitetura e outras precisam, no dia-a-dia, gerar soluções para diferentes tipos de problemas. Mas o processo para gerar essas soluções sofre mudanças
e sua aplicação é distinta de acordo com cada necessidade, como afirma Domingos (2003):

Parece uma contradição falar sobre processo criativo quando criar é justamente não seguir método nenhum. Ao contrário, os maiores criativos da História “criavam” seu próprio processo criativo. Por exemplo: Beethoven despejava água gelada sobre sua cabeça na hora de criar. O poeta alemão Johann Schiller colocava maçãs podres em sua mesa antes de compor seus poemas. Honoré de Balzac se empanturrava de xícaras de café para bolar suas histórias. O escritor russo Ivan Tour-gueniev colocava os pés num balde de água quente sempre que ia escrever seus livros.
p. 122

​A técnica mais conhecida e aplicada no mercado é o brainstorming, também conhecido como cotejo de ideias livre ou tempestade cerebral. É uma técnica, realizada em grupo ou individualmente, que “objetiva encorajar grupos de sujeitos criativos a expressarem pensamentos e adiar julgamentos críticos. Cada indivíduo oferece usos, soluções, formas etc., que são listadas, combinadas, melhoradas e transformadas em outras.” (Michalco, 2006). Ao final desse processo o grupo avalia as ideias e compara os resultados.

Criação publicitária não se ensina; aprende-se à medida que é mais e mais praticada. É a velha história do 1% de inspiração, 2% de sorte e 97% de transpiração. Observar atentamente o mundo à sua volta ajuda muito, bem como estar atento à maneira como outros profissionais trabalham – e sempre trocar figurinhas com eles.
MARTINS
MARTINS, 2004

O fator criativo é essencial para o sucesso de uma campanha. Por isso a fase de estudo do mercado, do consumidor, das tendências e aplicação das técnicas criativas, é fundamental para o desenvolvimento de uma campanha bem sucedida. Briefing, planejamento, criação, aprovação, veiculação e amostra de resultados são as principais etapas a serem seguidas.
Outro fator determinante para o bom andamento de uma campanha é sua relação e alinhamento com o discurso da marca, seu posicionamento e objetivos, como afirma Steel:

A propaganda ajuda a transformar produtos em marcas; as marcas, por sua vez, constroém valor empresarial, sustentam as participações de mercado em posições mais altas, elevam mais as margens e criam uma barreira poderosa contra a entrada de concorrentes.
2001

Para atingir seus objetivos, as campanhas precisam aplicar a criatividade, mas também é necessário a definição estratégica dos canais de comunicação que veicularão a mensagem. Uma campanha terá seu resultado alcançado quando a mensagem transmitida chegar ao público e estimular ações sejam elas em forma de lembrança e valor ou em forma de ato de compra. Está cada vez mais difícil conquistar atenção, por isso a campanha deve ter alta qualidade, equilíbrio entre o artístico e o comercial, e boa distribuição na mídia. Criação alinhada aos objetivos da marca é o que ajuda a construir uma imagem fortalecida e coerente. Seja para uma campanha institucional ou promocional, sua comunicação é potencializada e os resultados são ampliados.

Redesign de marca

​No mercado atual, o redesign da marca surge como necessidade de comunicar um novo posicionamento empresarial, que permite apresentar aos stakeholders uma nova identidade de acordo com o perfil de público que comunica. O redesign surge para empresas como um grande diferencial competitivo, renovando a marca e a transformando para uma comunicação mais direta e clara de seus princípios, classificando sua categoria e o perfil de público que deseja alcançar. O redesign, geralmente surge de necessidades pontuais como aponta Wheeler (2013):

– Revitalizar a marca;
Reposicionamento e renovação da marca global/local;
– Maior clareza na comunicação sobre quem a marca é;
– Ajuda a entrar em novos mercados nacionais e internacionais;
– Expandir a comunicação aos stakeholders;
– Procurar novos e mais influentes mercados;
– Adequação da identidade às novas tecnologias.

Identidade corporativa

​A identidade corporativa é a forma como a marca é trabalhada em todos os seus pontos de contato visando manter a unicidade das suas expressões verbais e visuais. São essas expressões que serão transformadas em impressões pelos receptores das mensagens transmitidas. O investimento em identidade corporativa tem como objetivo manter a comunicação da marca fortalecida e aplicada com precisão. Para Wheeler (2013):

A identidade da marca é tangível e apela para os sentidos. Você pode vê-la, tocá-la, segurá-la, ouvi-la, enxergá-la em movimento. A identidade da marca gera reconhecimento, amplia a diferenciação e torna grandes ideias e significados mais acessíveis. Identidade da marca toma elementos distintos e unificá-os dento de todo um sistema.
p. 4

Trabalhar a identidade corporativa é dizer e mostrar ao público e aos stakeholders quem você é de uma forma clara e única. Assim, ao receber mensagens provenientes de quaisquer pontos de contato da marca, o receptor identificará facilmente o teor da mensagem, pois esse já reconhece a identidade da marca. Para definir a identidade corporativa, o processo passa por cinco etapas que, segundo Wheeler, são: a realização de pesquisas; a clarificação da estratégia, o desenho da identidade, a criação de pontos de contato e a gestão dos ativos.

Design de embalagem/Rótulo

​As embalagens podem ser divididas em dois tipos: a embalagem de transporte e a embalagem de consumo. A primeira pode embalar diversas embalagens ou produtos a granel. Já a embalagem de consumo é aquela que se vê no ponto de venda, que tem contato direto com o público. Por isso uma boa embalagem se torna fundamental para influenciar na tomada de decisão da compra, de acordo com Newton (2011) “a embalagem atrai, desperta vontades, cria tendências tanto culturais quanto sociais. Embala os produtos e as vontades dos consumidores. Às vezes, chega a tornar-se objeto de cobiça” (p. 134).
Parte da sua eficácia passa por três pilares: a estética, o conceito e a forma. A estética está relacionada ao design propriamente dito, sua tipografia, suas cores e grafismos. O conceito, segundo Newton (2011) “é aquilo que a embalagem representa. Está integrada ao produto? É moderna, clássica, conservadora, objetiva, vendedora? Como você já viu, na publicidade fala-se muito de conceito. Isso também vale para a embalagem.” (p. 136). A forma faz referência à sua funcionalidade, definindo se ela será quadrada, redonda, retangular ou terá outro formato. O que é importante levar em consideração, além da forma, é a funcionalidade, pois isso definirá como o consumidor interagirá, se terá facilidade para abrir, carregar ou manusear. Outra questão que envolve a criação de embalagens é a atenção às normas obrigatórias, de proteção, peso, higiene, tipo de material, temperatura, preservação do conteúdo, etc. Mais que isso, elas precisam ter um propósito claro que atende as expectativas do novo consumidor e dos novos mercados.
As embalagens como as conhecemos passaram e passam por grandes mudanças. Segundo Gross e Westermeyer (online, 2015) “as embalagens de amanhã requerem coragem, agilidade, pensamento visionário. Isso requer design para experiência e não apenas impacto na prateleira.” Para as autoras, o pensamento sobre embalagem na atualidade precisa ter, além dos três pilares citados anteriormente: insight, percepção, estória, experiência e coragem.

Pontos de contato e ativação de marca

Para a gestão da marca acontecer de maneira efetiva ela deve ser trabalhada em seu ambiente estratégico para clarificar seu posicionamento. Mas, para que esse discurso esteja alinhado em sua comunicação, ele precisa manter a unicidade na linguagem, seja ela verbal ou visual. Cada ponto de contato da marca aponta uma oportunidade para aumentar a consciência e fidelizar os clientes. Abaixo estão listados alguns pontos de contato das marcas, de acordo com Wheeler (p. 3), que a Neo/saga pode alinhar através da criação, das estratégias e do design gráfico:

Promoção de vendas | Propaganda | Ambientes | Experiências | Sites | Newsletters | Modelos de negócio | Signos | Embalagens | Exposições | Propostas | Emails | Mensagens de voz | Publicações | Aplicativos | Timbrados | Cartão de visitas | Outdoor | Brindes | Veículos | Serviços | Produtos | Funcionários | Discursos | Apresentações | Vídeos | Mobile | Boca-a-boca | Feiras | Mala direta | Relações públicas | Blogs | Redes sociais

Ativação de marcas

​A ativação é um processo fundamental para inserir uma marca no mercado. A escassez de ações que engajam e mexem com os sentidos abre uma lacuna para novos tipos de estratégias e experiências das marcas. Ativação de marcas é quando elas são levadas como experiências reais para o público que podem se converter em consumo. As ativações de marcas devem acontecer em momentos e locais em que a mensagem pode ser altamente segmentada, seja na rua, no mercado, no shopping e outros lugares.

Essas ações resultam em aproximação com um público determinado e amplia a conversação entre seus stakeholders. Diferente de mídias de massa e de grande abrangência, uma ativação pode atingir uma menor quantidade de potenciais clientes, mas de forma altamente focada com participação mais positiva e relacionamento direto.

Planejamento de comunicação/campanha

​O planejamento de comunicação ou planejamento de campanha é uma atividade que desempenha papel fundamental no processo da gestão das marcas. De acordo com Corrêa (2002), o planejamento é um “processo administrativo e sistemático para se atingir um determinado objetivo, coordenando a atuação do assunto em questão, para se obter o máximo de resultado com o mínimo dispêndio de recursos humanos e financeiros.” O processo acontece em três etapas: diagnóstico, elaboração do plano e gerenciamento.
​Desde o seu surgimento, a partir da década de 60, o planejamento se desenvolveu em variadas direções. Segundo Steel (2001), algumas empresas passaram a atuar como institutos de pesquisa, outras passaram a exercer funções de marketing, já outras mantiveram a sua verdadeira função e seu principal objetivo de “ser responsável pelo posicionamento da marca e garantir que este esteja refletido em sua comunicação.” Em resumo, suas principais funções são minimizar riscos, diminuir incertezas, aumentar resultados e diminuir custos.
​O setor de planejamento garante que a campanha/mensagem esteja ligada aos desejos e necessidades do consumidor, visando descobrir conceitos relevantes e criativos para gerar soluções estratégicas para o problema, além de elaborar um briefing inspirador e buscar caminhos para melhorar ideias criativas. Só assim a experiência gerada entre a marca e o público será engajadora o suficiente para gerar lembrança e relevância.
Ainda segundo Steel (2001), a publicidade deve sempre levar em consideração três perspectivas: a perspectiva comercial, a perspectiva criativa e as opiniões e valores para quem ela será dirigida. E o planejamento precisa alinhar essas três visões para manter sua eficácia e gerar resultados positivos.
​Durante o desenvolvimento do planejamento de uma campanha existem diversos tópicos que devem ser levados em consideração. Por isso é necessário ter bom senso e ser criativo na pesquisa, analisar dados racionalmente, mas sem esquecer da subjetividade própria da criatividade. Além de manter a simplicidade acima da complexidade e buscar a mudança e assumir riscos.
Ainda segundo Steel (2001), embora o planejamento se aproprie de pesquisas e estatísticas é essencial compreender/lembrar que consumidores são pessoas e essas são complexas e imprevisíveis. A interpretação que cada um tem das mensagens das marcas que consomem sofre mudanças de acordo com o local onde ela está, com quem está, seu humor e relações.

Análise e diagnóstico de problemas

​As mudanças no mercado ocorrem com frequência. A diferença é como cada marca encara essas transformações. Elas precisam ter, em seu DNA, a resiliência para enfrentar tais deturpações do mercado. Em alguns casos, quando a situação é observada de dentro para fora, fica mais difícil de identificar onde realmente está o problema de comunicação da companhia. Diferente de quando ele é visto de fora para dentro, analisando o contexto macroambiental e microambiental, onde está inserido e suas especificidades. O que poderia ser algo pequeno atinge outras esferas e recebe outras interferências ambientais, o que pode torná-lo algo ainda maior e mais perigoso.
Algumas marcas enfrentam dificuldades por, sem perceber, deixar problemas pontuais crescerem a ponto de se tornarem insolúveis e altamente prejudiciais.
Wheeler (2013, p. 7) apresenta, em tópicos, situações em que a mudança se faz necessária nas companhias. Caso uma marca esteja passando por uma das situações citadas abaixo, é momento de repensar e procurar auxílio profissional para fazer sua gestão. Assim, segundo a autora, o processo deve ser iniciado quando:

Nova companhia ou novo produto

- Estou começando um novo negócio
- Preciso um cartão de visita e um site
- Vamos lançar um novo produto e precisamos um novo nome e um novo logotipo
- Precisamos crescer e, para isso, a companhia precisa ter sua própria identidade
- Precisamos lançar a marca
- Precisamos nos tornar mais rentáveis

Revitalizar a marca

- Precisamos reposicionar e renovar nossa marca global
- Precisamos comunicar com mais clareza sobre quem somos
- Precisamos de ajuda para entrar em novos mercados
- Ninguém sabe quem somos
- Precisamos renovar nosso estoque
- Queremos um apelo para os mercados mais influentes
- Nosso site (LINK) não funciona em smarthphones

Revitalizar a identidade da marca

- Somos uma boa companhia com produtos de ponta e somos visionários
- Nossa identidade vai funcionar na web?
- Nossa identidade não nos posiciona de igual pra igual com a concorrência
- Possuímos várias divisões e suas nomenclaturas são inconsistentes
- Fico envergonhado quando tenho que entregar meu cartão de visitas
- Todos conhecem nosso ícone, mas ele precisa de uma melhoria
- Amamos nosso símbolo, ele é conhecido pelo nosso mercado, mas o problema é que ele é difícil de ser lido

Criar um sistema integrado

- Não apresentamos uma imagem consistente para nossos clientes
- Não temos um visual consistente e precisamos de uma nova arquitetura de marca
- Nossa embalagem não tem diferencial. Nossos concorrentes parecem melhor que a gente e seus negócios estão crescendo
- Todo o nosso marketing parece ter vindo de companhias diferentes
- Precisamos parecer fortes e comunicar que somos uma companhia global
- Todas as nossas divisões fazem seus próprios materiais de marketing. Isso é ineficiente, frustrante e não gera custo-benefício

Quando companhias fundem-se

- Queremos transmitir uma mensagem clara aos nossos stakeholders que esta é uma fusão de companhias iguais
- Queremos comunicar que 1 + 1 = 4
- Queremos construir uma marca equivalente às companhias que estão se fundindo
- Precisamos enviar um sinal ao mundo de que somos a nova indústria líder
- Precisamos um novo nome
- Como validamos a marca adquirida e a colocamos dentro da nossa arquitetura de marca?
- Duas indústrias líderes estão se fundindo. Como vamos gerir essa nova identidade?

Email marketing

​O uso do email como ferramenta de marketing iniciou antes mesmo do fortalecimento das mídias sociais. Nesse período a utilização do email se popularizou entre as marcas e a ferramenta ficou manchada pelo mau uso de algumas empresas. Muitos usuários já se sentiram incomodados ou invadidos por mensagens que não autorizaram receber ou informações que não consideram relavantes. O descontentamento e a desconfiança fizeram com que a ferramenta perdesse espaço diante das novas possibilidades que as mídias sociais trouxeram. Mas quando bem utilizado, o email marketing pode alcançar ótimos resultados, como aponta o ebook “O Guia Prático do Email Marketing”, publicado pela Resultados Digitais:

É um canal que está mais vivo do que nunca, com tecnologia muito mais aprimorada comparado ao passado. Uma dessas características é o alcance: um email é a coisa mais simples e fundamental que alguém pode ter na Internet e as pessoas já têm a ferramenta totalmente incorporada às suas vidas. Não são poucas as pessoas que vão além e são até compulsivos com seu uso, passando o tempo todo com a caixa de email aberta e conferindo cada nova mensagem que chega.
p. 04

O email consegue reter atenção exclusiva, pois não disputa atenção com outras mídias no momento em que é recebido. Mas, para isso, é importante ter uma boa lista de e-mails com cadastros selecionados de pessoas interessadas em receber os conteúdos gerados pela marca. Ainda segundo o Guia, para obter um retorno positivo das ações com email marketing também é preciso planejamento, como a definição do assunto, a frequência de envio, o tipo de programação, o conteúdo, a possibilidade de acesso em smarthphones, dentro outros. Há também a possibilidade de mensurar o retorno da ação após o disparo dos e-mails, através de ferramentas que oferecem informações sobre acessos e cliques.

Social media

“A revolução não acontece quando a sociedade adota novas ferramentas, e sim quando adota novos comportamentos.”
LONGO
LONGO, 2014

​Essa citação explica o momento pelo qual a sociedade e o mercado passam. Nesta era pós-digital, segundo Walter Longo (2014), a tecnologia não é mais diferencial, mas sim algo natural que já faz parte do dia-a-dia. Com tantas possibilidades para se comunicar e interagir, a sociedade já adotou novos comportamentos, tanto nas relações pessoais quanto nas relações com as marcas. Em resumo, as marcas já não devem mais separar o online do offline, pois as estratégias criadas na atualidade já precisam, obrigatoriamente, atender essas demandas de maneira integrada. Segundo Monteiro (2012) “as mídias sociais são uma transformação no modo como a sociedade interage entre si (pessoas, comunidades e instituições), o que provoca uma mudança no contexto em que a empresa está inserida. Se ela não se atualizar, poderá estar fadada ao fracasso” (p. 15).
As mídias sociais são uma dessas ferramentas que alteraram a forma como o público interage com as marcas. O estudo das redes sociais, entretanto, não é novo, “o estudo da sociedade a partir do conceito de rede representa um dos focos de mudança que permeia a ciência durante todo o século XX.” (RECUERO, 2009). Antes os fenômenos eram estudados separadamente a partir da análise das partes. No início do século XX é que os fenômenos passaram a ser estudados a partir da interação entre as partes que formam o todo.
Para que as estratégias em mídias sociais funcionem, de fato, elas precisam passar por algumas etapas. E isso inclui, inicialmente, o processo que ensina o público/usuário sobre a marca e o que ela pode oferecer. Para isso é preciso identificar com quem a marca irá conversar, ou seja, é a definição da buyer persona. Em marketing de conteúdo é a nomenclatura para o personagem que representa o público-alvo. Depois disso pode-se trabalhar um conteúdo direcionado através das mídias digitais nas quais a marca investe.

“O conceito de social business (negócios adaptados para mercados plugados por meio das mídias sociais) precisa estar na agenda das empresas. Isso não quer dizer que elas devem mergulhar de cabeça no mundo das mídias sociais, mas sim buscar se capacitar e desenvolver competências para decidir da melhor maneira como incluir seus fundamentos no dia a dia da organização.”
MONTEIRO
MONTEIRO, p. 14

Ao contrário do que muitos pensam as mídias sociais não são apenas tendências ou modinhas passageiras. O que as difere desse tipo de conceito banalizado é que elas acontecem de fora para dentro. Elas já estão enraizadas no cotidiano e, para as marcas sobreviverem nesse ambiente, elas precisam focar em relacionamento, engajamento, aproximação e o mais importante: saber aproveitar seu potencial para gerar o máximo de conversação com o seu público.
O conteúdo voltado para o digital deve, portanto, ser pensado e aplicado de acordo com a plataforma em que está inserido. Deve-se tomar cuidado para não reproduzir no digital os mesmos comportamentos que eram seguidos no meio analógico, como afirma Monteiro: “o homem tenta aplicar os antigos modelos nas novas ferramentas. Em vez de se reinventar na nova plataforma.” (p. 31).
Segundo pesquisa divulgada pelo site Viver de Blog, os “conteúdos de mídias sociais impulsionam as vendas: 61% das companhias encontram consumidores via LinkedIn, 67% via Facebook e 53% via Twitter.” A mesma pesquisa aponta que 36% do tempo que o brasileiro gasta online é em redes sociais. E uma ótima notícia aos investidores: estratégias de marketing de conteúdo custam 62% menos que o marketing tradicional.
Partindo desses pressupostos, a Neo/saga aplica estratégias direcionadas para otimizar o diálogo das marcas no ambiente digital, gerando relacionamento de qualidade, direcionado e que gera resultados em variados níveis, como na lembrança da marca pelo consumidor, no reflexo do seu posicionamento e no valor de mercado.

Análise de métricas

​O ambiente digital, diferente das mídias vistas como tradicionais, permite a mensuração das ações realizadas pelas marcas. Permite avaliar o comportamento do usuário antes do contato com a empresa e após a efetivação da compra, possibilitando também a melhoria das atividades de pós-venda. Através do estudo e análise das métricas, a marca pode manter sua estratégia ou alterá-la conforme apontar a necessidade. As avaliações nesse processo são constantes, por isso é possível aplicar métodos de avaliação e melhorias contínuas, realizando o mapeamento de oportunidades a partir da experiência dos usuários. Com os dados em mãos fica mais fácil conversar com o cliente, ter um contato mais humano e personalizado.
​O trabalho com métricas “é uma parte muito sensível, pois trata de classificar as informações de interações humanas sujeitas a toda sua complexidade e subjetividade.” (MONTEIRO, p. 151). As informações coletadas passam por uma classificação e são separadas em categorias distintas: uma referente aos sentimentos (positivo, negativo e neutro) e outra referente ao tipo de conteúdo. Posteriormente é elaborado o plano de classificação que:

Permite compreender com maior nível de exatidão o que é falado em determinado monitoramento, bem como ajuda a priorizar e dar pesos às menções, tornando todos os fluxos alimentados pelo monitoramento mais ágeis – um dos grandes riscos de não ter um plano de classificação é chegar a conclusões equivocadas ou tomar decisões baseadas em imprecisões.
MONTEIRO
MONTEIRO, p. 151

​Investir em monitoramento é buscar a compreensão da realidade para definir objetivos/estratégias para os negócios. Existem outros tipos de métricas geradas a partir sistemas e ferramentas que auxiliam no seu desenvolvimento. Com os dados em mãos a estratégia pode ser revisada e melhorada de acordo com a necessidade de cada marca.

SEO & SEM

​Quem navega na internet sabe o quanto precisa utilizar sistemas de busca para encontrar o que procura (Google, Bing, Yahoo, ou outros). Ao digitar determinadas palavras para solucionar uma dúvida é possível receber uma grande lista de resultados e prováveis respostas às perguntas.
​No entanto, os resultados que recebem os primeiros cliques dos usuários são aqueles sites que estão na primeira página das buscas.
​Por isso as marcas começam a compreender a necessidade de investir em estratégias de SEM e SEO. Os conceitos, apesar de nomes semelhantes, são aplicados de maneiras distintas, porém, com um único objetivo: tornar a marca cada vez mais visível no ambiente digital. O SEM (Search Engine Marketing, em português Marketing de Otimização de Buscadores) é quando são feitos investimentos em publicidade no ambiente digital, como links patrocinados. As vantagens desse tipo de investimento são: a relevância, pois o usuário recebe a informação quando está realmente procurando por ela; o preço mais baixo que investimentos em mídias tradicionais; e a alta visibilidade gerada pelas ações.
O SEO (Search Engine Optimization, em português conhecido como Otimização dos Motores de Busca) refere-se às práticas pensadas para ajudar no ranqueamento da página, objetivando um maior acesso ao site. Geralmente o foco está em um bom conteúdo, na definição das palavras-chave, no uso de mídias sociais para estimular o acesso e também na oferta de uma boa experiência ao usuário. Para obter um resultado cada vez mais eficaz ambos os conceitos devem ser planejados em conjunto, o que tornará a marca mais competitiva, lembrada e valorizada no mercado.​

Aplicativos móveis

​Atualmente os aplicativos móveis (os famosos “apps”) passaram de coadjuvantes nas estratégias e passaram a compor parte importante do mundo dos negócios. Quando surgiram pareciam algo distante, que era um investimento que só poderia ser feito por grandes empresas. Essa realidade mudou e agora diferentes perfis de negócios percebem a importância de ter seus próprios aplicativos e elevar seu nível estratégico e competitivo.
É um serviço diferenciado que a marca oferece ao cliente/usuário e isso pode fazer uma grande diferença na hora de escolher entre uma ou outra marca.
Em publicação no seu site, a Forbes apresentou os sete principais benefícios gerados por esse investimento. Veja o resumo abaixo.

1 – Estar visível o tempo todo para os clientes
2 – Criar um canal de marketing direto
3 – Gerar valor para os clientes
4 – Construir marca e reconhecimento
5 – Promover o engajamento dos clientes
6 – Ser o pioneiro entre os concorrentes
7 – Cultivar a fidelidade com o cliente

Lojas virtuais

​Negócios, para se tornarem competitivos, precisam fortalecer cada vez mais sua presença digital. Isso não se refere apenas a um bom site, mas também às oportunidades de comercialização oferecidas no ambiente digital.
tualmente as lojas virtuais se tornaram um elemento comercial importante para ampliar as vendas de produtos e até mesmo de serviços. A possibilidade de comprar pela internet, quando surgiu na década de 1990, era um assunto que gerava desconfiança e insegurança. Poder adquirir produtos sem sair de casa ou no trabalho ainda era uma realidade difícil de ser assimilada. Com o tempo, a ideia ganhou força e hoje muitos consumidores preferem a compra através dessas plataformas, o que tornou o mercado mais global e oportunizou o crescimento de marcas ao redor do mundo.
Quanto menos tempo o usuário leva para efetivar uma transação, mais transações podem ser efetivadas no dia. Poucos cliques e poucos minutos devem levar o usuário a finalizar sua compra. Essa velocidade e eficiência dependem de um sistema bem projetado. Uma loja virtual deve ser bem planejada e estar preparada para receber acessos, pois qualquer eventual problema ou dúvidas que impeçam a compra podem levar o usuário a acessar outro site. E uma experiência negativa pode fazer a empresa perder vendas importantes.
A loja virtual é uma ferramenta colaborativa para inserção no mercado e para gerar negócios. O ecommerce deve oferecer um design de layouts dinâmicos e interativos para melhorar a navegação e percepção do conteúdo, além de sistemas integrados de forma segura para pagamentos em diversos formatos (boleto, cartões nacionais e internacionais, e outros), design responsivo e um bom painel de gerenciamento. Tudo isso aliado a boas estratégias oferecem eficácia e maior conversão em fechamento de negócios. A loja virtual é um caminho a ser explorado por empresas que buscam ampliar sua força de vendas, ganhar visibilidade e sobreviver em um mercado que muda constantemente.

Websites

​A presença digital entre as marcas passou de um status de diferenciação para uma necessidade. Se antes o fator digital não recebia tanta atenção, atualmente está entre as principais prioridades para as marcas. No entanto, apenas a presença online não é mais o suficiente para garantir diferencial e resultados. O planejamento, a criação e o desenvolvimento de um site envolve diversos fatores que são indispensáveis para garantir sua eficácia.
Cada projeto desenvolvido pela Neo/saga passa por algumas etapas que garantem seu bom andamento e resultados positivos. Inicialmente, é realizado um diagnóstico para levantamento das necessidades e objetivos com a página. Isso auxiliará toda a criação e as demais etapas a serem executadas.
Oferecer ao usuário uma navegação fácil é um dos princípios seguidos. Por isso o design UI e UX
determina o mapa de fluxo das informações e a arquitetura da informação para gerar os wireframes e o protótipo navegável para teste de uso. Partindo dos pressupostos do mobile first, os projetos já são criados dentro de uma estrutura responsiva para acesso em desktop, smarthphone e tablet.
O site precisa de acessos e, mais que isso, de acessos qualificados que podem se transformar em futuros negócios. Essas estratégias são pensadas a partir dos conceitos de SEO e SEM, otimizando as buscas para ampliar a visibilidade da página. Um conteúdo relevante e de qualidade é outro fator essencial para o sucesso do site. Manter conteúdo sempre atualizado, que engaje e desperte o interesse, também torna a página um excelente meio de divulgação.
Uma das grandes vantagens de estar no ambiente digital é a possibilidade de fazer a análise das métricas, ou seja, é possível mensurar os resultados de cada ação realizada através de ferramentas e sistemas que apontam os acessos, o perfil dos usuários, a localização, entre outros dados que ajudam na melhoria contínua das estratégias.
Pensar em branding, atualmente é pensar no ambiente digital, não há mais como trabalhar estratégias separadas entre online e off-line, pois a gestão da marca se preocupa com todas as expressões que a marca produz. E a sua personalidade e comportamento também devem estar claros no site, em seu conteúdo e em suas redes para, assim, aplicar um verdadeiro diferencial e alta competitividade no segmento em que atua.

Storytelling

​Desde o início da história da humanidade, possivelmente quando o Homo Sapiens desenvolveu a linguagem, as estórias são utilizadas para ensinar, informar, entreter e reforçar crenças (McSILL, 2013). O storytelling sempre esteve conosco: é a capacidade de contar estórias para que elas atinjam seus propósitos. Essa capacidade está em todos, mas ela também deve estar presente nas marcas.

Para entender essa ferramenta é preciso saber a diferença entre duas palavras da língua inglesa: “history” e “story”. A primeira está relacionado com fatos reais, como a queda do Império Romano ou alguma coisa que aconteceu na sua vida, rotina ou não. A segunda é uma estrutura narrativa, geralmente ligada à ficção, mas não necessariamente.
Update or Die
Scartozzoni

Para o storytelling ser eficaz em seu propósito, ele precisa ser envolvente, inspirar o público, encorajar transformações e, principalmente, engajar a audiência. Por isso as marcas precisam contar estórias extraordinárias, com um objetivo estabelecido e um público definido, que engajam e despertam sentimentos bons nas pessoas.
No storytelling empresarial trabalha-se a fim de demonstrar como a marca pode fazer parte da vida da plateia e mudá-la para melhor.
Como afirma McSill (2013), existem aplicações distintas para cada marca e elas podem ser usadas para alinhar o discurso da equipe de vendas; organizar os colaboradores; evitar interpretações errôneas na imprensa e público em geral; e para o consumidor oferecendo razões para que ele se importe com os valores da empresa, consuma mais e mais feliz. Transmitindo essa mensagem você atrai e mantém o interesse do público, como afirma Vogler (2006): “uma boa história, bem como uma boa jornada, deixa conosco um Elixir que nos transforma, nos torna mais conscientes, mais vivos, mais humanos, mais inteiros, mais parte de tudo o que existe”.

Palestras/Workshops

Branding ainda é um assunto que motiva discussões e dúvidas tendo seu sentido, muitas vezes, deturpado no mercado. Quando existe essa dissonância de significados torna-se necessário iniciar um processo que visa educar o público a respeito do que é branding e sua importância no universo corporativo atual.
A Neo/saga possui projetos para realização de palestras/workshops sobre o tema para o meio empresarial e acadêmico. Embasados no conceito de Clube de criação & Branding o objetivo é levar informações atualizadas para o mercado local e regional, para aqueles que já estão inseridos nele e para aqueles que estão pensando em entrar. Com dinâmicas e didáticas que engajam a plateia, as palestras e workshops são uma ótima maneira de levar aos seus colaboradores ou acadêmicos o que há de mais inovador no mercado global sobre gestão de marcas na atualidade.

Posicionamento e reposicionamento da marca

​Atualmente, no mercado altamente competitivo e na velocidade com que a informação acontece, as marcas precisam se adaptar e ganhar agilidade. O conceito de posicionamento das marcas como estudado e aprendido em décadas passadas já se tornou obsoleto no mundo pós-digital. As crenças e aplicações de ideias que apontavam o reposicionamento, por exemplo, como o ato de ocupar um lugar na mente do público através da desocupação de outro já não é mais adotado nos mercados desenvolvidos. Esses conceitos, outrora disseminados, passam por uma fase de reflexão.
A concorrência existe em praticamente todos os segmentos de produtos e serviços e todos possuem marcas, como afirmam Jacobs e Ordahl (2014), atualmente tudo possui uma marca: pessoas, lugares, políticos. O branding
nunca foi tão relavante como é agora. Isso também fez com que as formas de pensar a gestão passassem por mudanças profundas. Marcas constroém relações com pessoas e as pessoas são imprevisíveis, emocionais e mudam de ideia com frequência. Então, se uma marca quer fazer o consumidor sentir algo novo, ela precisa sugerir experiências que o engajem para atingir esse objetivo. Na comunicação atual, um posicionamento só pode ser efetivado e eficaz em sua proposta se conseguir despertar sentimentos positivos. Então, a fixação da marca acontece, ela se posiciona, através de experiências realmente significativas para quem recebe.
Marcas que já estão no mercado podem sentir a necessidade de transmitir uma nova mensagem sobre o que é e o que tem a oferecer. Parte essencial dessa mudança passa pelo reposicionamento. As marcas agora precisam ser ágeis e, ser ágil, nesse universo é transmitir novos apelos. Segundo Jacobs e Ordahl (2014), as marcas precisam ser adaptáveis, ter princípios, conviver em rede, liderar as mudanças, ser multicanal e ser global. Antes disso, a mudança deve acontecer nos hábitos de gestão e na forma de gerir as marcas que devem passar daquilo que é consistente para o que é relevante, de logotipos para experiências, do não para o sim. E isso acontece se for adotada uma nova postura com mentes abertas e visionárias buscando um objetivo claro: o sucesso.

Brand DNA/Brand experience

​Algumas marcas podem vender produtos e serviços similares, com estilos similares, mas cada marca detém seu DNA. Como no ser humano, o DNA da marca é seu código genético, é o que a diferencia das demais marcas, por isso trabalha conceitos-chave que permitem torná-la diferenciada de qualquer outra. O DNA é a essência da marca que resume sua característica tanto interna quanto externa, incorporada no seu discurso para os stakeholders e público-alvo.
Cada marca constrói seu discurso conforme sua cultura interna. Essa cultura define os valores da marca para externar em forma de suas ações e comunicação com o público desejado, mostrando o diferencial que ela possui.
Por exemplo: três empresas oferecem o mesmo tipo de produto e para o mesmo mercado (região). A empresa X possui maior valor na venda do produto, sendo que seu estabelecimento possui atendimento diferenciado e personalizado com conforto e status. Já a empresa Y possui preço mais acessível e entrega rápida do produto. No entanto, a empresa Z oferece o produto específico para um gênero – apenas mulheres, como exemplo. Cada uma destas empresas possui uma categoria de venda que possibilita destacar seu DNA.
Uma excelente construção no desenvolvimento do DNA da marca torna o negócio mais garantido, refletindo na clareza da comunicação com o mercado consumidor. Esse processo viabiliza o engajamento do consumidor de forma mais duradoura e prolífica.

Gestão de marca & branding

“Marcas de sucesso são ancoradas em proposições de desejo, autenticidade e credibilidade na mente das pessoas. Como Walter Landor uma vez disse: produtos são construídos em fábricas, as marcas são criadas na mente”.
EIGHT PRINCIPLES OF BRANDING
Landor, 2012

O branding é um processo disciplinado usado para construir notoriedade (awareness) e estender a lealdade do consumidor acerca de uma marca. (WHEELER, 2013). Este processo é usado para proporcionar uma ligação mais duradoura entre o consumidor e a marca, mostrando sua autenticidade, benefícios e desejos proporcionados em relação aos produtos/serviços oferecidos. Além da linha de consumo, proporciona uma relação mais ativa entre seus consumidores para melhorias contínuas nos produtos e serviços. Melhora, também, a comunicação e relacionamento da marca no mercado.

O branding não se trata apenas de imagem da marca ou sua estética, não é algo apenas plástico. Uma boa estratégia de branding efetiva o relacionamento da comunicação central da marca, unificando e alinhando todos os comportamentos e ações que trabalhem de forma diferenciada e fortemente competitiva no mercado atual. O branding trabalha todas as áreas da empresa. A marca é centralizada e a gestão da mesma flui de forma em que todos os setores da empresa estejam alinhadas na mesma linguagem, ações e discurso que se tornam claros e bem definidos conforme o posicionamento da marca.

Princípios da colaboração. Fonte: Wheeler, 2013.


“Por que branding é importante? Porque as pessoas costumam escolher produtos com base em seu valor percebido ao invés de seu valor real.” Estratégias de branding ajudam as marcas a contarem suas histórias com sabedoria, por isso “com a marca certa, as empresas podem aumentar o valor percebido do produto, estabelecer relações com os seus clientes de diferentes idades e lugares, e nutrir essas relações ao longo da vida.”

AIREY, 2010.

Consultoria

​O mundo corporativo é rodeado de informações, de atualizações e oportunidades. Os conceitos que há muito eram conhecidos e aplicados nos negócios já passaram por grandes mudanças. E para se tornar mais competitivo é preciso compreender essas transformações e aplicá-las na prática mercadológica. Mais que conhecer as ferramentas de comunicação, design e marketing digital, é necessário mudar o comportamento organizacional, assimilando o novo como parte da cultura corporativa.
​Para você que quer inserir sua marca no mercado ou mantê-la fortalecida, você pode melhorar a gestão da sua marca investindo em consultoria. A partir de análises aprofundadas do negócio e revisão de posicionamento são apontadas as necessidades em relação à gestão estratégica da marca visando a integração dos setores, tanto no ambiente interno quanto externo, para o alinhamento das expressões que a marca produz.

Criação de naming

O processo de criação de naming envolve diversas técnicas e estudos que abrangem, além da redação, a linguística, o marketing, a legislação das marcas e tendências de comportamento. É uma disciplina do branding que não pode ser pensada separadamente da estratégia, sendo fundamental para transmitir os princípios da marca, refletindo seus valores e seu posicionamento.​

Para um nome ser considerado bom, ele precisa ter algumas características essenciais como ser diferenciado, ser fácil de memorizar, despertar sentimentos no receptor, sugerir um benefício ou atributo da marca, não possuir conotações negativas e, não menos importante, estar disponível legalmente no registro de marcas INPI. Atualmente também é importante avaliar a disponibilidade nos domínios online, como .com e .com.br.

O nome pode ser criado quando uma nova marca está surgindo no mercado, mas também pode haver a necessidade de alterá-lo, conforme os casos abaixo citados por Wheeler (2013):

- Quando o nome não representa o que a empresa é e o negócio que faz
- Quando há conflito no registro
- Quando o nome possui conotação negativa para novos mercados
- Quando o nome confunde os clientes
- Quando ocorre uma fusão entre empresas
- Quando a marca necessita um novo nome para atingir outros mercados

O momento de definir o nome da marca merece atenção especial, pois é através dele que ela será verbalizada e uma escolha equivocada pode interferir no seu sucesso. Por isso é fundamental conhecer a estratégia e os conceitos que se deseja transmitir através do naming para que ele seja criado com propriedade, esmero e eficácia.

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